quinta-feira, 24 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

a rotina começa a se reestabelecer. e tem causado um estranhamento um pouco angustiante, é só um pouco mesmo, não chega a dar vontade de chorar mas deixa desconfortável. cheguei a um meio termo? sentimento medíocre, médio ocre, a cor das intersecções. a cor da mesopotâmia, onde meus entre rios se secaram.

dor

dor, aqui me tens de regresso.

sexta-feira, 25 de março de 2011

quando entendeu como as coisas funcionavam, ficou com vergonha de dar sua opinião, perdeu o timing e amadureceu.
e assim tentou deixar fluir a caneta como extensão de seu braço como de costume, esperando que naturalmente as palavras de amor fluíssem, talvez não tão facilmente como a poesia que fluía de seu próprio corpo nas últimas semanas.

e a pontuação foi necessária assim como os finais de semana em semanas longas de trabalho, e pontuou os i´s e os esquecidos j´s e as tremas deixou para o seu amado ao dormir. e tremeram.

domingo, 25 de julho de 2010

Sobre tempo e verdades.

A verdade mesmo, é que eu achei que a vida fosse mais fácil do que ela é. Não tão mais fácil, mas mais fácil. A verdade é que existem dias em que você não tem apoio do seu super herói, não tem um namorado, não tem nem um emprego e tudo no mesmo dia! E esse dia vai calhar de ser um domingo. E claro que esse texto é auto-biográfico. Hoje, domingo, fez um dia lindo. Pra mim, todos os dias são lindos, essa é a verdade. Eu sempre acreditei em tudo, essa é outra verdade. E em todos. E todos os tombos foram imensos e vão contunar sendo. A verdade é que dói pra caralho, mas passa, essa é a verdade. A verdade é que eu te amo e eu queria muito não te amar. Nesse momento, essa é a minha maior verdade.

sábado, 24 de julho de 2010

Sobre escrever e outras coisas (muitas delas)

Esqueci como se escreve. Queria esquecer outras muitas coisas, até me esforço, mas não consigo. Mas fui desaprender a minha segunda fuga de problemas reais. Defina real! Realidade é uma palavra que a definição varia com a idade, estado de espírito, conta bancária ou mesmo relação conjulgal, ou mesmo não, principalmente no meu caso. Eu queria escrever como o Saramago, não quero pontuar, nem paragrafar as realidades. Não é muito melhor quando o ponto de vista se deixa ser interpretado de todas as formas, sem correções? De acordo com a realidade de cada um? Eu sei que a minha tem sido muito oscilante. Assim como o assunto central desse texto. Oscila sem um ápice, mas internamente a bipolaridade dessa realidade é o ápice e tem me feito muito mal. Eu sei que felicidade e tristeza me fazem chorar. E eu sei de quem eu gosto, eu sei de quem eu amo e eu sei quais são todos os meus problemas reais, da minha realidade. Tem vezes que a gente sabe dos problemas de outras realidades e tentamos mudar ela, mesmo sem estar nela, sem respeitar os ítens que compõe uma realidade. Respeito, eu não entendo como não ter e tem muitas realidades das quais respeito é uma coisa que você só tem com quem você gosta. Eu acho errado, mas definir errado agora, eu teria que definir julgamento junto e uma coisa puxa a outra. Uma vez ouvi uma pessoa perguntar a outra se ela fosse um verbo, qual ela seria, eu achei extremamente ridícula essa pergunta, mas não consegui não pensar num que se encaixasse comigo. Eu acho muita prepotência, você falar pra uma pessoa um verbo, se definindo. "Ai, o verbo que me define é vencer". HAHAHAHA Tá bom. Acabou não vencendo a minha simpatia. Tinha esquecido completamente como escrever acalma. É incrível.