segunda-feira, 15 de setembro de 2008

2005

manda a demanda.
é demais. é de mais de mil?
sim, 2005.

cala-me

cala-te boca.
permita-me por segundos refletir nos acontecimentos sem intrometer-me.

cala-te dedos.
deixe-me tocar o cheiro do perfume ácido do futuro.

cala-te olhos.
fechem-se e percebam a cor da tua existência.

cala-te pé(s).
corra em círculos até queimar o chão. meus pés doem.

cala-te mente.
deixa esse corpo descansar de um dia exaustivo de ócio.

Joelhos, sigam a racionalidade e desdobrem-se.

recomeço (bem clichezão mesmo)

sento e espero vida.
nada que pensas. nadica.
apagam-se as luzes e me vejo sendo protagonista da minha vida.
sem intervalos.
talvez uma pequena pausa para troca de papéis, ninguém gosta de ser o que já é.
talvez chame alguém pra dividir a protagonização.
existe?
não sei, seremos improvisação.
comédia.
afinal, rio das minhas piadas.
afinal, afino o fim do filme.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

quando dei por mim, tava aqui.

é meio de música, mas na verdade é meio de drama.

e foi quando a licença poética acabou, e eu tive que voltar a escrever por pena de mim.

pelo menos assim eu não me engano, só você.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

vou tirar licença poética pra parar de trabalhar.

ou para escrever.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

quero duvidas todos os dias

quando te vejo, você me trás muitas duvidas....




...nunca sei por onde começo.....




...se pela sua boca ou pelo seu pescoço.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

te amo mais em todas as chuvas de verão.

muito mais.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

te prometo incessantes fórmulas de amor

hoje, estava tomando meu chazim que não era das 17,

e me lembrei da primeira vez que você disse que me amava.

fiquei com frio na barriga, exatamente como da primeira vez.

nao sei quando será a próxima vez em que te segurarei em meus

braços e te direi que te amo, olhando nos seus olhos. 

e eu vivo nessa anti-expectativa saudosa de um futuro.

angústia, misturada de muita felicidade, uma pitada de tristeza

e amor à gosto. eu, gosto.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

titulo titular sem acentos ou cedilhas, mas com assento.

sente-se e sente ou sinta a minha presenca.

aquela das mil palavras ao ir dormir e os mil beijos ao acordar.

sinta meu corpo amigo e quente colado no seu, te dizendo me abrace.

e requente requintadamente minha boca com seus deliciosos beijos,

aqueles, que soh voce sabe me emprestar, pra eu te devolver.

muitas manhas e manhas (uma com acento outra nao) ainda acordarei

do teu lado, pensando que nossos problemas nos tornaram mais fortes.

e suspirarei suspiros doces na tua orelha, te dizendo poemas de amor.

porque tu es o meu amor.



recorrer ao tempo

provações e mais provações, as espero sem ansiedade e quando
chegam arrebatadoras eu oro, e recorro ao tempo.

quero te dizer, a você e a somente você, que jogo no seu time,
estou do seu lado, e se possível pro que der e vier.

nossos problemas nos são todos provações, eles vêm, chegam,
se instalam e provocam reações das quais a maioria não aguenta,
obviamente optamos pela solução menos dolorida e mais fácil.

mas friso o: menos dolorida.

tem essa força que me acompanha e não me deixa cair, ela
simplesmente vem e não me deixa mais cair, não chamo de muleta,
chamo de Deus.

digo mais, as partes mais lindas das quais eu te amei e amo, ainda não acabaram,
não quero falar de memória, mas sim de presente.

domingo, 13 de janeiro de 2008

o que move uma escrita boa ou mal feita?

talvez os cíclos depressivos que nos são constantes e que
sabemos que a cada palavra escrita e transcrita como nesse caso,
nos acalante a alma.

eu tenho muito amor pra dar. sou uma pessoa apaixonada e creio que
apaixonante. suspiros me são a respiração. minha fé move meu mundo.

é cíclico. mas fazer com que o "pra baixo" se torne melhor, é a função do
meu refúgio. que assim seja, senhor.