manda a demanda.
é demais. é de mais de mil?
sim, 2005.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
cala-me
cala-te boca.
permita-me por segundos refletir nos acontecimentos sem intrometer-me.
cala-te dedos.
deixe-me tocar o cheiro do perfume ácido do futuro.
cala-te olhos.
fechem-se e percebam a cor da tua existência.
cala-te pé(s).
corra em círculos até queimar o chão. meus pés doem.
cala-te mente.
deixa esse corpo descansar de um dia exaustivo de ócio.
Joelhos, sigam a racionalidade e desdobrem-se.
permita-me por segundos refletir nos acontecimentos sem intrometer-me.
cala-te dedos.
deixe-me tocar o cheiro do perfume ácido do futuro.
cala-te olhos.
fechem-se e percebam a cor da tua existência.
cala-te pé(s).
corra em círculos até queimar o chão. meus pés doem.
cala-te mente.
deixa esse corpo descansar de um dia exaustivo de ócio.
Joelhos, sigam a racionalidade e desdobrem-se.
recomeço (bem clichezão mesmo)
sento e espero vida.
nada que pensas. nadica.
apagam-se as luzes e me vejo sendo protagonista da minha vida.
sem intervalos.
talvez uma pequena pausa para troca de papéis, ninguém gosta de ser o que já é.
talvez chame alguém pra dividir a protagonização.
existe?
não sei, seremos improvisação.
comédia.
afinal, rio das minhas piadas.
afinal, afino o fim do filme.
nada que pensas. nadica.
apagam-se as luzes e me vejo sendo protagonista da minha vida.
sem intervalos.
talvez uma pequena pausa para troca de papéis, ninguém gosta de ser o que já é.
talvez chame alguém pra dividir a protagonização.
existe?
não sei, seremos improvisação.
comédia.
afinal, rio das minhas piadas.
afinal, afino o fim do filme.
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